BEHIND the LIFESTYLE

A visionária agência de publicidade

9 The Creative Shop

A 9 está preparada para continuar a marcar a sua posição no mercado,
está focada em ajudar a redefinir o mercado e a apostar
em projectos que possam ter impacto na nossa sociedade.

Vídeo por Nuno Miguel

Q & A

Entrevista por Maria Ana Marques

Fomos naturalmente direccionados para o número 3 do Largo Vitorino Damásio, em Santos onde toda a equipa da 9, após meses de trabalho intensivo materializou a forma como foi imaginado o Behind the Scenes. E, porque queríamos iniciar o Behind the Scenes com a 9, de uma forma mais intimista foi-lhes proposta uma reportagem.

Em nome da equipa, Frederico Roquette, um dos sócios da agência, contou-nos que o facto de serem uma creative shop ou hot shop, uma agência de menor dimensão, apetrechada com uma boa e experiente equipa, diferencia-os do que existe hoje em dia no mercado português. No dia-a-dia, optam por cortar tudo o que está a mais numa agência tradicional, “vamos diretos ao assunto, arregaçamos as mangas sem bullshit e sem perder a máxima competência em tudo o que fazemos”, refere Frederico. A 9 conta com uma equipa de profissionais dinâmicos, ambiciosos e preparados para entregar o melhor trabalho possível aos seus clientes. A pensar no futuro conta-nos que é essencial trabalhar com afinco e motivação, com clientes interessantes e pessoas interessantes, em campanhas ou projetos aliciantes… Estão a redefinir o mercado.

LER REPORTAGEM COMPLETA

1. Quando e como nasceu a 9?
A 9 nasceu em 99. 9 sócios de diferentes áreas que se uniram para criar um novo tipo de agência de publicidade.

2. Como é um dia típico da equipa que gere uma empresa como a 9?
Passo o dia a pensar como ajudar melhor os clientes tirando partido das competências de uma excelente equipa criativa e de contacto. Faço um intervalo para descanso da cabeça na hora de almoço, normalmente no surf ou no pilates, e depois volto a pensar no mesmo. Também participo ativamente nos brainstormings de muitos dos projetos, tento aportar valor aos briefings e estar sempre disponível para tirar dúvidas a clientes. E depois tenho os meus filhos para tratar e educar.

3. Contém-nos uma estória (curiosa/engraçada) que tenha ocorrido desde a fundação da empresa.
Difícil… mas lembro-me de uma específica. Perdemos um cliente importante num concurso, de uma componente de leilão financeiro, de um dos maiores bancos a operar em Portugal. Pouco tempo depois tivemos uma ação de motivação que incluía escrever uma carta para “o futuro” com objectivos, para se abrir seis meses depois e ver se estavam realizados. Escrevi, optimista e só para mim, que nessa altura já teríamos recuperado a conta do banco. A verdade é que recuperámos e quando abri a carta passados 6 meses, ainda selada, ninguém queria acreditar que o tinha escrito. Achei mesmo que merecíamos aquele cliente pelo excelente trabalho realizado, e que ele ia valorizar isso e voltar. Fez-se justiça.

4. Qual foi o maior desafio até agora?
Contrariar o “snobismo” dos grandes clientes do mercado Português que não querem operar fora das grandes multinacionais tem sido o desafio, mas uma vez que fazem um trabalho connosco raramente deixam de nos consultar.

5. Que evolução notam no mercado? O que acham que se mantém e o que mudou?
Cada vez mais as agências se adaptam ao que nós desenhámos em 99. Estruturas mais leves, preços mais competitivos e menos burocracias. Os clientes estão mais ansiosos com as crises sucessivas que atrapalharam os seus objectivos, isso tem um lado bom pois tornam-se mais exigentes com a agência que escolhem.

6. Qual a melhor parte do vosso trabalho?
A ideia. Pessoalmente, é quando vejo num rabisco de papel, o esboço de uma ideia que acho que vai ter um grande potencial. É aquele momento: “é isto!”, “isto resolve!”.

7. Como se imaginam daqui a 10 anos?
Acho que mais tecnológicos, mais sensatos, mais experientes mas sempre jovens de cabeça e espírito.

8. Iniciaram o ano passado uma série de conferências que conta com diversos nomes fortes portugueses. Contem-nos um pouco sobre estas conferências. Como surgiram e qual o seu objetivo? Qualquer pessoa pode assistir? E se sim, como pode inscrever-se?
Acreditamos que o conhecimento gera mais e melhores ideias. Enriquece discussões mais construtivas entre nós, os nossos clientes, fornecedores e amigos. Daí veio a decisão de organizar estas conferências sobre os mais variados temas de que nos vamos lembrando e a que chamamos To9ether. Toda a gente pode assistir mas tem lugares limitados, inscrições em nove.pt , clicando depois em To9ether.

9. Qual o vosso conceito de sucesso?
Acreditar no poder de uma boa ideia criativa ou estratégica. Implementar. Falar pouco, fazer muito.

10. Numa frase como descreveriam a 9 junto dos outros.
Nove vem de novo, em espanhol – neuve e nuevo, em italiano – nove e nuovo, em inglês – nine e new. Em numerologia significa a transição do velho para o novo, o renascimento, o começo de um novo ciclo.

www.nove.pt
www.facebook.com//9thecreativeshop


Fotografia por Pedro Lucas